Transportes & Logística

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Os transportes têm um grande impacto no desenvolvimento da actividade económica das empresas e na qualidade de vida dos cidadãos especialmente em grandes áreas urbanas.

Tradicionalmente visto como um sector estratégico com forte influência pública, reduzida eficiência e sub-financiamento causadores de elevados deficits e com elevado peso de operadores incumbentes de capital público, a operar em monopólio, o sector tem vindo, de forma gradual, a transformar-se.

O modo ferroviário constitui um paradigma desta transformação, essencialmente em resposta às directivas da União Europeia e à necessidade de competitividade face a outros modos. A Leadership tem implementado no sector ferroviário soluções muito concretas para modernizar o transporte ferroviário, aumentar a eficiência, incrementar os padrões de gestão e o desempenho do sector como um todo. Recentemente, destaca-se a adequação que foi necessária realizar face ao Regulamento de Tarifação e Desempenho de 2005, emitido pela entidade reguladora, fundamental para cálculo da Taxa de Uso e Contas de Regulação pelo gestor da infra-estrutura ferroviária.

Já no sector aeroportuário a concorrência obriga a um esforço constante para se atingir níveis de competitividade que permitam ter sucesso num mercado muito agressivo. Estivemos presentes na definição de um sistema de gestão da qualidade e de melhoria contínua num operador de serviços aeroportuários.

Os objectivos do sector como um todo têm vindo a focar-se no cliente, quer no aumento da eficiência da cadeia logística, na vertente empresarial, quer no aumento da mobilidade e flexibilidade, na vertente individual.

Em termos estruturais actuação dos agentes do sector têm incidido na definição e contratualização do serviço público, na intermodalidade do sistema e no planeamento integrado através, por exemplo, da criação das denominadas Autoridades Metropolitanas de Transporte que se têm tornado comuns por toda a Europa.

A Leadership, junto das entidades governamentais, tem apoiado o sector em termos rentabilização da capacidade instalada dos activos das empresas de transporte e aumento da qualidade da oferta, como por exemplo, no estudo para as vertentes de telecomunicações e de sistemas de informação aos clientes.