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Realidade virtual como o próximo disruptor

No dia 3 de Dezembro de 2015 ocorreu, nas HQ da High Fidelity na cidade de São Francisco, o meetup "VR as the Next Disruptor" com o orador Philip Rosedale e que contou com cerca de 100 participantes, incluindo várias outras empresas do mesmo ramo. 

Mas primeiro de tudo, o que é este conceito de realidade virtual? 

Existem inúmeras interpretações. Pessoalmente gosto de descrever como uma tecnologia cujo objectivo é recriar ao máximo a sensação de realidade para um indivíduo, levando-o a adoptar essa interação como uma das suas realidades temporais.

Philip defende que hoje em dia a realidade virtual tem sido vista, erradamente, como uma tecnologia disruptiva somente na área dos jogos - Dizer que a realidade virtual é periférica aos jogos será como defender que o smartphone só serve para fazer chamadas e a Internet para aceder às noticias da atualidade.

Assim sendo, qual a principal característica que nos faz colocar esta tecnologia no mesmo patamar que muitas outras tecnologias disruptivas?

A mais importante será o potencial de recolha de informação (através dos equipamentos) que por usa vez será transmitida pela rede, criando não só uma interface natural como uma nova forma de comunicação – e o que a história nos tem ensinado é que toda a tecnologia disruptiva teve um impacto na forma como comunicamos.

Por fim, Philip acredita que o metaverse (ou espaço coletivo de partilha virtual) será uma das suas grandes metas – a soma de todos os mundos virtuais, realidade aumentada e Internet.  

A realidade virtual será o próximo disruptor não em gamming ou entretenimento mas em comunicação e trabalho.